Dois comboios de ajuda humanitária enviados pelos russos e
nenhum de kiev ou do "ocidente" a região ucraniana cuja população se
identifica com os laços históricos com Moscou, população que sofre um massacre
sem a cobertura imparcial da imprensa subserviente aos interesses dos eua ,
população que procura não ser assassinada se exilando na Polonia revanchista ou
na Alemanha dos banqueiros que estão sugando a Europa,não estão se refugiando
na Russia.O que as bestas da guerra que atiçam com o sangue de inocentes o
partido da guerra em Kiev não querem o bem estar do povo ucraniano e sim acesso
ao mar negro e substituir a Russia como supridora de energia a kiev. Nenhum dos
oligarcas seja pró Washington -União Européia ou pró Rússia estava interessado
na integridade ucraniana ou nas condições de vida de mineiros, operários ou
camponeses da Ucrania e sim quanto e como privatizar o estado para
enriquecimento próprio e de seus sócios.A guerra é uma fábrica de cadáveres e
lucros . Por isso ela jamais deve ser alvo do desejo de quem quer que não seja
banqueiro, vendedor de armas, construtoras e incorporadoras,petróleo e
gás,proxenetas, vendedores de drogas,de órgãos e politicos que são garantidos
com mansões no exterior caso as coisas não deem certo , que são apoiados por
aqueles que são conhecidos como criadores de escombros onde antes existiam
países como o Iraque, a Libia, a Síria e agora a Ucrânia .
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
A questão Ucraniana .Um outro enfoque
O Ministro brasileiro que para entrar na América tirou os sapatos
Ele poderia estar levando Antrax, o Patriot Act permitiu que
o descendente de irlandeses da familia Kennedy(aquele que morreu por último )
fosse barrado- vai ver que era do Sínn
Fein, do Ira ...a paranóia fez com que muitos motoristas de taxi indianos fossem
insultados e surrados.Tempos que aproximaram a mão da América a assinarem leis que tornariam os americanos
prisioneiros do medo de serem presos por suspeitarem de suas intenções
próximas do Estado policial que a
propaganda americana e seus papagaio de pirata na imprensa corporativa brasileira
aponta para países como China e Rússia.
Wilson Roberto Nogueira
Títulos do Tio Sam
penso que a economia brasileira não tenha ainda escala para
comprar um bom lote de títulos do tesouro dos EUA , e nem avalio se é da
conveniência do Brasil comprá-los.A China, o Japão , a Alemanha , a Arabia
Saudita e Rússia possuem títulos do tesouro americano e o Brasil também , qual
é a contraparte ...nosso "grau de investimento " analisado por
empresas " idôneas" como Stanley & Poors ,et alii do mesmo
quilate. Interessa ao capital produtivo ou ao especulativo , mais a tubarões
como Soros sempre metido em politica e abutres como esses que estão tirando as
últimas carnes da brava Argentina .
Wilson Roberto Nogueira
Dificuldades a quem quiser na América Latina furar o bloqueio à Rússia
Os EUA seus sócios britânicos e os lacaios, desculpe
parceiros da UE farão as pressões mais vis contra o Brasil e as empresas
brasileiras que comerciarem com a Rússia , antes terão que apoiar candidaturas
que desejem uma relação carnal ou mesmo no" plano espíritual" com o
Tio Sam,que desmonte todas essas pontes a começar pelos Brics, mercosur, caspa
(que nome feio ),unasur, unila e adira aos acordos patrocinados pelos EUA .
Existe o custo Brasil e um oceano até a Rússia onde tudo pode acontecer .A Rússia
perder o controle do Mar Negro ,Fecharem os Dardanelos ,o Báltico restando o
Pacifico , atravessar o Canal do Panamá .A estrada do Pacifico acabou de ser
construída, ainda não, ainda é projeto brecado por questões ambientais ou
indigenas?Os EUA está rindo de orelha a orelha até poria suas fichas, digo
dólares em ongs só para ver como o Brasil ilhado ajudaria a Rússia do
isolamento, em que ela não estará graças a China.A não ser que os EUA espalhe a
cizania entre India e China .Nada impede que surjam problemas no Penjab,
Cashmir na India e em Sinkiang na China com fundamentalistas islâmicos
.Fomentar desestabilizações é produto de situações conjunturais internas que
são apoiadas por circunstancias externas.
Wilson Roberto Nogueira
sábado, 6 de setembro de 2014
Siga o dinheiro” e vai encontrar quem manda nas campanhas
DOAÇÕES
ELEITORAIS: “FOLLOW THE MONEY” – Por Markus Sokol
Por andremachado em 5 de setembro de 2014 às 20:44.
“Siga o dinheiro” e vai encontrar quem manda nas campanhas
A popular expressão inglesa “follow the money” (siga o
dinheiro) é utilizada para encontrar a origem de algum fato extraordinário. Ela
explica também muita coisa do atual quadro eleitoral do Brasil, como se deduz
das doações eleitorais feitas a partidos e candidatos.
O site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma
primeira parcial da prestação de contas em que foram computadas todas as
doações, para todos os cargos, em todas as unidades da federação (OESP,
01.09.14).
A eleição mais cara da história já movimentou R$ 475 milhões
até 29 de agosto. O mais milionário dos beneficiários foi o PMDB, com R$ 109
milhões, um quarto do total!
Ele foi seguido pelo PSDB, com R$ 80 milhões, e o PSB com R$
40 milhões. Só em quarto lugar, vem o partido de maior bancada no Congresso, o
PT de Dilma, então favorita na corrida ao Planalto, com R$ 35 milhões, seguido
do PP e do PSD com R$ 30 milhões cada.
“Para que nada mude”
A vontade da maioria dos grandes doadores – algumas dezenas
de grandes empresas nacionais e internacionais (construtoras, bancos,
agronegócio, indústrias) – é clara.
No mínimo, “mudar a distribuição do poder, quando se compara
o valor arrecadado pelo PT com seu peso na Câmara”, diz o Estadão. Mudar em
favor do PMDB, o partido que participou de todos os governos federais dos
últimos 30 anos, desde o fim da ditadura (com um intervalo no breve mandato de
Collor).
O próprio jornalista, José Roberto de Toledo, diz que “a
causa é a conseqüência: não importa quem vença, o PMDB estará no poder”. E
acrescenta, “é uma conexão orgânica, institucional – do poder financeiro com o
poder de fato. Bancar o PMDB é uma maneira de assegura que nada mude”. E
conclui: “Se não reverter logo a falta de dinheiro, o partido (PT) corre o
risco de uma derrota eleitoral histórica”.
O dinheiro não é neutro, e nesta eleição multimilionária
joga para que “nada mude” e diminui para o PT que hoje, diferente dos anos 80,
em boa parte depende dessas doações: o uso do cachimbo deixa a boca torta!
A fragilização do PT é perigosa. Outra diferença importante
entre as doações ao PT e ao PMDB, é que 3 em cada 4 reais são arrecadados por
candidatos do PT, enquanto que no PMDB é o contrário: 3 em cada 4 vão para as
direções partidárias repassarem aos candidatos. Quer dizer, os doadores apostam
na desagregação do PT.
Mais que nunca, Constituinte!
A situação não é desesperadora, pois foi o próprio PT quem
levantou a luta contra o financiamento empresarial (defendendo o financiamento
público de campanhas), um ponto central da reforma política que só uma
Constituinte Soberana e Exclusiva fará. Desse Congresso dominado pelo PMDB não
se pode esperar o mesmo.
Daí, que o PT e Dilma podem fazer deste limão uma limonada:
abraçar a bandeira da Constituinte, colocá-la no centro do debate eleitoral, desde
os programas de TV, tocar o sentimento popular de repulsa ao controle
empresarial da política, frustrando assim as expectativas do Estadão e fazendo
dessa eleição, na verdade, uma “vitória histórica”.
Abrir caminho para a Constituinte, e daí para as reformas
populares, a reforma agrária, a reestatização, as verbas para o serviço público
e não para o superávit primário, é o que se espera do PT.
Markus Sokol
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
comentários politicos
Sérgio Braga____________Não sou marketeiro, mas repito o que venho
falando desde o início do ano passado: se o PT continuar usando essa estratégia
Eduardo Jorge ("Eu não tenho nada a ver com isso") para lidar com
algumas críticas ao governo, vai terminar dando essa eleição de graça para a
Marina e para a oposição conservadora. Eu acho que um pouco de modéstia não faz
mal a ninguém , e é preciso reconhecer alguns erros e fazer uma correção de
rota que ainda dá para reverter os resultados tranquilamente. Lembro que a
soberba burocrática de alta classe média intelectualizada já levou o PT a uma
derrota feia para o Kassab -- e todo o retrocesso que ele representou -- na
prefeitura de São Paulo em 2006. Não adianta só ficar colocando a culpa no
suposto "estilo tecnocrático" e "ausência de carisma" da
Dilma e chamar o Lula de volta; minha opinião é que o buraco é mais embaixo.
Mas posso estar enganado, claro...O futuro o dirá e espero que nos poupe das
racionalizações ex-post de costume.
Luiz Domingos Costa_______________ concordo, professor. Há alguns meses li
um troço no qual o Gilberto Carvalho fazia essa autocrítica. Mas parece que não
foi ouvido o suficiente para a eleição
Sérgio Braga Alguns setores do PT hoje me lembram muito do
Partidão de antigamente, e a velha esquerda populista e autoritária (Brizola
etc., para não falar no Requião). Você fazia uma criticazinha qualquer ao que ocorria
na cortina-de-ferro e o pessoal o considerava quase que como um traidor; até as
sobrancelhas do Brezhnev eram consideradas "fashion". Bem; a prova do
pudim está em come-lo. Acho inclusive que se deve tratar carinhosamente alguns
segmentos do eleitorado da Marina, pois muito deles poderiam estar no PT de
ontem ou podem voltar ao PT de amanhã.
Adriano Codato_____________________ Crítica & Autocrítica
Lafaiete Neves_______________________ Essa falta de autocrítica e que faz o PT
perder inclusive seus militantes.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Deixo o poema "Nalgum lugar".
Deixo o poema "Nalgum lugar".
.
nalgum lugar em que eu nunca estive, alegremente além
de qualquer experiência, teus olhos têm o seu silêncio:
no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram,
ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto
*
teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
embora eu tenha me fechado como dedos, nalgum lugar
me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre
(tocando sutilmente, misteriosamente)a sua primeira rosa
*
ou se quiseres me ver fechado, eu e
minha vida nos fecharemos belamente, de repente,
assim como o coração desta flor imagina
a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;
*
nada que eu possa perceber neste universo iguala
o poder de tua imensa fragilidade: cuja textura
compele-me com a cor de seus continentes,
restituindo a morte e o sempre cada vez que respira
*
(não sei dizer o que há em ti que fecha
e abre; só uma parte de mim compreende que a
voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas)
ninguém, nem mesmo a chuva, tem mãos tão pequenas
.
[e. e. cummings: tradução de Augusto de Campos]
Eu, que eu possa descansar em paz
Yehuda Amichai 1924 - 2000.
Eu, que eu possa descansar em paz
eu, que ainda estou vivo e digo:
que eu possa ter paz no que tenho de vida.
eu quero paz agora mesmo, enquanto ainda estou vivo.
não quero esperar como aquele piedoso que almejava
uma perna do trono de ouro do Paraíso. Quero uma cadeira
de quatro pernas, aqui mesmo, uma cadeira simples de
madeira.
Quero o resto de minha paz agora.
Vivi minha vida em guerras de toda espécie: batalhas dentro
e fora,
combate cara a cara, a cara sempre a minha mesmo,
minha cara de amante, minha cara de inimigo
Guerras com velhas armas, paus e pedras, machado
enferrujado, palavras,
rasgão de faca cega, amor e ódio,
e guerra com armas de último forno, metralha, míssil,
palavras, minas terrestres explodindo, amor e ódio.
Não quero cumprir a profecia de meus pais de que vida é
guerra
Eu quero paz com todo meu corpo e em toda minha alma.
Descansem-me em paz...
tradução: Millor Fernandes
poema sobre o amor eterno
inventaram um amor eterno. trouxeram-no em braços para o
meio das pessoas e ali ficou, à espera que lhe falassem. mas ninguém entendeu a
necessidade de sedução. pouco a pouco, as pessoas voltaram a casa convictas de
que seria falso alarme, e o amor eterno tombou no chão. não estava desesperado,
nada do que é eterno tem pressa, estava só surpreso. um dia, do outro lado da
vida, trouxeram um animal de duzentos metros e mil bocas e, por ocupar muito
espaço, o amor eterno deslizou para fora da praça. ficou muito discreto, algo
sujo. foi como um louco o viu e acreditou nas suas intenções. carregou-o para
dentro do seu coração, fugindo no exacto momento em que o animal de duzentos
metros e mil bocas se preparava para o devorar
valter hugo mãe
Desacelera fortemente a onda
Desacelera fortemente a onda Marina e a sua estagnação no
segundo turno pode ser indício de queda e inversão de curvas, dependendo das
novas ações políticas e erratas de Marina. Pesquisa ibope de hoje, 3 de
setembro. Dilma voltou a crescer no primeiro turno e cresceu novamente no
segundo turno, diminuindo a diferença em relação à pesquisa anterior. Dilma
cresceu e inverteu a sua curva no segundo turno contra Marina - o dado mais
importante desta pesquisa, na minha opinião. Aécio foi canibalizado e coloca em
risco a continuidade do PSDB. O segundo turno entre Dilma e Marina pode ser uma
Frente Iluminista da modernidade, da inclusão social, da diversidade
comportamental, da ciência (dos que acreditam na teoria da evolução) e pela
tolerância LGBT no Brasil contra as erratas do fundamentalismo religioso
evangélico sectário, os capitais financeiros e os economistas neoliberais
associados à Marina e ao seu primitivismo extrativista anti-partidário e
anti-institucional. Ricardo Costa de Oliveira
http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,dilma-recupera-3-pontos-mas-marina-mantem-favoritismo-no-segundo-turno,1554291
PARADOXOS NAO RESOLVIDOS DA CAMPANHA ELEITORAL
Jose Alvaro Moises
Uma nova política, no entanto, é muito mais do que isso, e
deve envolver mudanças substanciais no funcionamento das instituições e no modo
como as decisões relevantes são tomadas no país. Aqui entramos em um território
diferente, que foi tocado apenas de leve nos debates, mesmo por Marina: diz
respeito a como aumentar a participação dos cidadãos, a como dar-lhes mais
poder na democracia e a como melhorar tanto as instituições de representação
como a justiça. A pauta é ampla e complexa e não se resumem ao mero enunciado
de que as decisões de políticas públicas devem ser submetidas a controle
social. As propostas têm de responder às distorções do financiamento de
campanhas eleitorais, à distância que existe entre representados e
representantes, às necessárias mudanças no sistema de representação
proporcional, à dificuldade de acesso à justiça pelas pessoas comuns, à
assimetria das relações entre Executivo e Legislativo, e assim por diante - mas
nada disso entrou, de fato, no debate dos candidatos.
MEU TEXTO COMPLETO SOBRE O NOVO PARANORAMA ELEITORAL PODE
SER ACESSADO NO SITE qualidadedademocracia.com.br ou no meu blog pessoal do
Estadão.
juicios de valor y juicios de realidad (fragmento)
Por otra parte, si el
valor de las cosas se midiera verdaderamente según el grado de su utilidad
social (o individual), el sistema de los valores humanos debería ser revisado y
cambiada de arriba abajo, pues el lugar que en él tienen los valores de lujo
sería, desde ese punto de vista, incomprensible e injustificable.
Por definición, en efecto, todo aquello que es superfluo o
es inútil, o es, al menos, menos útil que cuanto es necesario. Lo
supernumerario puede faltar sin afectar gravemente el desenvolvimiento de las
funciones vitales. En una palabra: los valores de lujo son dispendiosos por
naturaleza, es decir, cuestan más que los beneficios que aportan.
Se explica, pues, que se encuentren doctrinarios que miren
tales valores de lujo con mirada desafiante y que se esfuercen por reducirlos a
una porción congrua.
Pero no se trata, en verdad, que tales valores tengan un
precio más elevado a la vista de los hombres.
Así, el arte todo es cosa de lujo; la actividad estética no
se subordina a ningún fin utilitario, sino que se manifiesta por el solo placer
de la expresión misma, del mismo modo que la especulación pura, es decir, el
pensamiento libre de todo propósito mercenario, desenvolviéndose por el placer
de desarrollarse. ¿Quién puede discutir, no obstante, que la humanidad ha
colocado en todos los tiempos los valores artísticos y especulativos por encima
de los valores económicos?
Tal como la vida intelectual, la vida moral tiene también su
estética, que le es propia.
En efecto, las virtudes más altas consisten en el
cumplimiento regular y estricto de los actos más inmediatamente necesarios para
el buen orden social, sino que están formadas por movimientos libres y
espontáneos, sacrificios que nadie exige y que, en ocasiones, son aun
contrarios a los preceptos de una prudente economía.
Así, hay virtudes que son locuras, y es precisamente esa
locura lo que hace su grandeza.
Spencer ha podido demostrar que la filantropía es a menudo
contraria al interés bien entendido de la sociedad; pero su demostración no
impedirá a los hombres seguir colocando bien alto en su estimación la virtud
que él condena.
La misma vida económica no se ciñe estrictamente a la regla
de la economía. Si bien las cosas de lujo son aquellas que cuestan más caras,
no ocurre así tan sólo porque, como sucede en general, sean las más raras, ni
impide que cosas comunes sean las más estimadas.
Es que la vida, tal como la han concebido los hombres de
todos los tiempos, no consiste simplemente en establecer el presupuesto del
organismo individual o social, con el objeto de responder con el menor gasto
posible a las excitaciones llegadas de afuera, o sea, proporcionar
adecuadamente los recursos para las reparaciones necesarias. Vivir es ante todo
influir, influir sin límites, por el placer de influir. Y si ciertamente la
vida no ha de ir, en ciertos casos, más allá de la economía, es entonces
menester acumular para poder gastar y, en tales casos, son los gastos el fin de
todo, es decir, que la administración es la acción.
juicios de valor y juicios de realidad (fragmento)
Por otra parte, si el
valor de las cosas se midiera verdaderamente según el grado de su utilidad
social (o individual), el sistema de los valores humanos debería ser revisado y
cambiada de arriba abajo, pues el lugar que en él tienen los valores de lujo
sería, desde ese punto de vista, incomprensible e injustificable.
Por definición, en efecto, todo aquello que es superfluo o
es inútil, o es, al menos, menos útil que cuanto es necesario. Lo
supernumerario puede faltar sin afectar gravemente el desenvolvimiento de las
funciones vitales. En una palabra: los valores de lujo son dispendiosos por
naturaleza, es decir, cuestan más que los beneficios que aportan.
Se explica, pues, que se encuentren doctrinarios que miren
tales valores de lujo con mirada desafiante y que se esfuercen por reducirlos a
una porción congrua.
Pero no se trata, en verdad, que tales valores tengan un
precio más elevado a la vista de los hombres.
Así, el arte todo es cosa de lujo; la actividad estética no
se subordina a ningún fin utilitario, sino que se manifiesta por el solo placer
de la expresión misma, del mismo modo que la especulación pura, es decir, el
pensamiento libre de todo propósito mercenario, desenvolviéndose por el placer
de desarrollarse. ¿Quién puede discutir, no obstante, que la humanidad ha
colocado en todos los tiempos los valores artísticos y especulativos por encima
de los valores económicos?
Tal como la vida intelectual, la vida moral tiene también su
estética, que le es propia.
En efecto, las virtudes más altas consisten en el
cumplimiento regular y estricto de los actos más inmediatamente necesarios para
el buen orden social, sino que están formadas por movimientos libres y
espontáneos, sacrificios que nadie exige y que, en ocasiones, son aun
contrarios a los preceptos de una prudente economía.
Así, hay virtudes que son locuras, y es precisamente esa
locura lo que hace su grandeza.
Spencer ha podido demostrar que la filantropía es a menudo
contraria al interés bien entendido de la sociedad; pero su demostración no
impedirá a los hombres seguir colocando bien alto en su estimación la virtud
que él condena.
La misma vida económica no se ciñe estrictamente a la regla
de la economía. Si bien las cosas de lujo son aquellas que cuestan más caras,
no ocurre así tan sólo porque, como sucede en general, sean las más raras, ni
impide que cosas comunes sean las más estimadas.
Es que la vida, tal como la han concebido los hombres de
todos los tiempos, no consiste simplemente en establecer el presupuesto del
organismo individual o social, con el objeto de responder con el menor gasto
posible a las excitaciones llegadas de afuera, o sea, proporcionar
adecuadamente los recursos para las reparaciones necesarias. Vivir es ante todo
influir, influir sin límites, por el placer de influir. Y si ciertamente la
vida no ha de ir, en ciertos casos, más allá de la economía, es entonces
menester acumular para poder gastar y, en tales casos, son los gastos el fin de
todo, es decir, que la administración es la acción.
Emile Durkheim
(Traducción de José María Bolaño (hijo). Revisión a cargo de
José Luis Monereo Pérez)
Esta joya sonora fue un hallazgo de Marion Fourcade
difundida después en el blog de Kieran Healy.
—Fuente: Gallica. Bibliotèque numérique
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
livros
"O nível médio daquilo que se publica, seja onde for, é
muito baixo. Esta é a verdade em todo o mundo. As pessoas compram coisas que
falam sobre o hoje e quando o hoje se tornar ontem já ninguém vai ler
aquilo."
"Sinto uma consideração quase nula pelo que, em
Portugal, se publica. Desgosta-me a infinidade de romances desonestos,
entendendo por desonestidade não a falta de valor intrínseco óbvio (isso existe
em toda a parte) mas a rede de lucro rápido através da banalização da vida.
Livros reles de autores reles."
"Como leitor, o que eu gosto é de ler e dizer, bolas, é
exactamente isto que eu sinto e não era capaz de exprimir. Quando um livro me
ensina a explicitar emoções que eu sinto, esse é um livro bom."
"Quando lemos um bom escritor é para nos conhecermos a
nós mesmos."
"Há momentos e situações em que o olhar comunica mais que
as palavras, isso também é intimidade. Creio que sou capaz de dizer muitas
cosas sem falar, é o outro que também tem de compreender e de saber
interpretar. Quando se estabelece essa relação de intimidade e de amizade, não
é necessário falar. (...) Frequentemente é melhor não o fazer porque as
palavras estão muito gastas."
"Isto às vezes é tremendo porque a gente quer exprimir
sentimentos em relação a pessoas e as palavras estão gastas e são poucas. E
depois aquilo que a gente sente é tão mais forte que as palavras..."
"As relações não são necessariamente falhadas, nós é que
as falhamos. E depois os outros têm inveja do amor. (...) Não são nada
solidários connosco quando somos felizes. As pessoas têm imensa inveja da
felicidade dos outros."
António Lobo Antunes
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
OS DILEMAS DA CAMPANHA PETISTA
Grande parte das elites políticas brasileiras são oriundas
de famílias ricas e conservadoras, donas de grandes empresas ou do agronegócio,
e estão a gerações no poder (parlamentos, executivos, rádios, TVs).
Em geral, odeiam o PT. Sempre odiaram, desde a sua fundação.
Quando o PT nasceu, os oprimidos tiveram voz e passaram a disputar o poder na
sociedade, gerando o pavor dessa elite atrasada, que nunca tolerou a mais
singela participação direta ou indireta do povo.
A chegada do Lula ao poder em 2003 foi uma derrota desse
atraso. Essas elites nunca aceitaram o PT, mas parte dela aceitou o convite do
partido para compor o governo com o objetivo de assegurar por dentro a
manutenção de seus interesses.
A cúpula petista, por outro lado, entendeu que era necessário
fazer concessões a essas elites e governar sem tensões com o poder instituído.
Para isso, evitou as pautas mais radicais do partido, as reformas mais
estruturais e os debates mais polêmicos.
Havia a crença que seria possível um governo de coalizão com
essas elites e que, com isso, haveria uma certa acomodação das classes.
Ledo engano.
Nos últimos 12 anos, essas elites bombardearam o PT em duas
frentes: atacaram todas as medidas mínimas de soberania e populares adotadas
pelo Lula e pela Dilma, muitas das quais retrocederam para evitar conflitos. Ao
mesmo tempo, escancararam as deformações ocorridas no partido para torna-lo
viável nesse sistema eleitoral, como as filiações sem critérios ideológicos,
amplas alianças, fisiologismo, financiamentos eleitorais por grandes empresas.
Todos os instrumentos empresariais de formação de opinião
pertencentes a essas elites foram usados para transformar em uma novidade dos
governos petistas os problemas que há tempos são endêmicos no Estado
brasileiro, como a corrupção, a propina, o lobby.
O PT apanhou calado, em nome da “governabilidade” e das
alianças com alguns setores dessa elite conservadora.
O silêncio desarmou parte da militância, que se encolheu. O
linchamento midiático criou um sentimento anti-petista em muitos brasileiros,
mesmo que suas vidas tenham melhorado significativamente na última década.
Mas, depois de quase 12 anos de governo e faltando pouco
mais de um mês para as eleições, talvez seja o momento de reagir.
Digo talvez, porque há uma chance de ganharmos novamente a
eleição presidencial apostando na continuidade dessa estratégia do silêncio.
Mas há uma grande chance de perdermos também.
Reagir significa, evidentemente, enfatizar os avanços
sociais conquistados no três governos petistas e denunciar as políticas
antipopulares adotadas nos governos do FHC. Mas também é se comprometer com as
reformas de base que essas elites atrasadas nunca toparam, principalmente a
Reforma Agrária, a tributação sobre as grandes fortunas e a auditoria da dívida
pública.
Reagir também é propor um novo pacto com os movimentos
sociais e populares para implementar as mudanças necessárias no país, se
engajando na campanha do plebiscito popular pela Constituinte da Reforma
Política e chamando as pessoas a se mobilizarem nessa batalha.
Reagir é incendiar a base social do PT para sair às ruas,
reacendendo as esperanças de mudanças mais profundas na sociedade, dar sentidos
à política que vão além do acesso à alguns bens de consumo, por mais
importantes que sejam, e objetivos maiores para que tenham a confiança de
defender e acreditar no PT.
Reagir é mostrar que o problema do Brasil não é a falta de
elites, como afirmou a candidata Marina Silva, mas as gritantes desigualdades
sociais que persistem em nosso país.
Para impedir o retrocesso, é hora de reagir.
Fonte : Blog do André Machado
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andré castelo branco machado
Base social preferencial
Afinal, qual é a base social preferencial da intenção do
voto em Marina ? O eleitor jovem, despolitizado, de classe
"média-baixa" (2 a 5 Salários Mín.), evangélico, urbano, morador nas
capitais e periferias. O que chama a atenção é a hegemonia de Marina no
segmento jovem, a geração que ainda não era adulta no meio do governo FHC e que
não tem a memória política da eleição e presidência de Fernando Collor(o da
nova política, o salvador-da-pátria-acima-dos-partidos, que não era de direita,
nem de esquerda e governaria com todos juntos na reconstrução nacional). Esta
mesma base social jovem forneceu a demografia urbana confusa das manifestações
de junho de 2013 e está associada mentalmente ao mesmo primarismo e pouca
consistência político-partidária de Marina. Representam setores no terciário,
comércio, serviços e autônomos, a grande maioria sem maior tradição
organizacional ou sindical, em condições precárias e pouco organizadas.
Abandonados pelo establishment. Querem mudanças e não sabem ao certo como
funcionam os partidos, as instituições e a política como um todo. Somente as
posições do PT e do PSDB podem redefinir e pautar a ida e os eventuais
resultados de Marina no segundo turno porque continuam permanecendo como os
dois únicos atores principais na governabilidade, os outros são meros
coadjuvantes e auxiliares para votos úteis ou inúteis nas candidaturas
presidenciais.
Ricardo Costa de Oliveira
sábado, 9 de agosto de 2014
Фи́льмы и пе́сни Películas y canciones
Фильм
Película
Фрагме́нты пе́сен
Fragmentos de canciones
1. "Москва́ слеза́м не ве́рит" (1979)
Исто́рия трёх де́вушек из прови́нции, прие́хавших в Москву́
в конце́ пятидеся́тых годо́в - о том, как они́ и́щут любо́вь, как выходят
за́муж и как живу́т в семье́. В 1981 (ты́сяча девятьсо́т во́семьдесят пе́рвом)
году́ фильм получи́л пре́мию "О́скар".
1. "Moscú no cree en lágrimas" (1979)
Historia de tres chicas jóvenes provincianas que llegan a
Moscú a finales de los años 50. Cómo buscan el amor, se casan y viven en
familia. En 1981 la película ganó un Óscar.
"Алекса́ндра"
Алекса́ндра, Алекса́ндра,
э́тот го́род наш с тобо́ю,
Ста́ли мы его́ судьбо́ю - ты вгляди́сь в его́ лицо́.
Что́ бы ни было внача́ле, утоли́т он все печа́ли.
Вот и́ ста́ло обруча́льным нам Садо́вое кольцо́!
"Alexandra"
Alexandra, Alexandra,
esta ciudad es tuya y mía,
Nos hemos convertido en su destino, mira su cara fijamente.
Pase lo que pase al principio, la ciudad te consolará.
Y ahora el Anillo de los Jardines de Moscú se ha convertido
en nuestra alianza.
2. "Служе́бный рома́н" (1977)
Лири́ческая тра́гикоме́дия изве́стного режиссёра Эльдара
Рязанова о любви́ ме́жду чёрствым дире́ктором предприя́тия и её неуве́ренным и
засте́нчивым подчинённым, кото́рая в конце́ концо́в приво́дит к кардина́льным
изменениям их хара́ктера и жи́зни.
2. "Amor en la oficina" (1977)
Comedia dramática del famoso
director Eldar Riazánov sobre el amor entre una directora de empresa,
mujer insensible, y su inseguro y tímido subordinado. Finalmente el amor causa
cambios drásticos en el carácter y vida de ambos.
"У приро́ды нет плохо́й пого́ды"
У приро́ды нет плохо́й пого́ды -
Ка́ждая пого́да благода́ть.
Дождь ли, снег, любо́е вре́мя го́да
На́до благодарно принима́ть.
О́тзвуки душе́вной непого́ды,
В се́рдце одино́чества печа́ть
И бессо́нниц го́рестные всходы
На́до благодарно принима́ть.
2. "La naturaleza no tiene mal tiempo"
No hay mal tiempo en la naturaleza,
Cada tiempo tiene su propia gracia.
Lluvia, nieve, cualquier época del año
tenemos que aceptarla con gratitud.
Ecos de intemperie en el alma,
sello de soledad en el corazón,
Y los tallos tristes del insomnio tenemos que aceptarlos con
gratitud.
3. "Иро́ния судьбы, и́ли С лёгким паром" (1975)
Пожа́луй, оди́н из са́мых изве́стных сове́тских фи́льмов,
кото́рые всегда́ пока́зывают накану́не Но́вого го́да. Москви́ч Женя Лукашин
гото́вится встре́тить Но́вый год в Москве́ на у́лице Строи́телей, одна́ко его́
друзья́, вы́пив, по оши́бке отправля́ют его́ в Ленингра́д на самолёте. Он
ничего́ не замеча́ет и приезжа́ет на такси́ на у́лицу Строи́телей в
Ленингра́де, где живёт На́дя. Постепе́нно геро́и влюбля́ются друг в дру́га.
3. "Ironía del destino" (1975)
Probablemente una de las películas soviéticas más conocidas
que siempre es transmitida en vísperas del Año Nuevo. El moscovita Zhenia
Lukashin se prepara para celebrar el Año Nuevo en Moscú en la calle
“Constructores”, pero sus amigos, habiendo bebido, lo mandan por error a Leningrado en avión. No
se da cuenta de nada y llega en taxi a la calle “Constructores” en Leningrado,
donde vive Nadia. Poco a poco los personajes se enamoran.
"Е́сли у вас не́ту тёти"
Е́сли у вас не́ту дома, пожа́ры ему́ не страшны
И жена́ не уйдёт к друго́му
Е́сли у вас, е́сли у вас
Е́сли у вас нет жены
Не́ту жены.
"Si no tiene tía"
Si no tiene casa, no se va a quemar,
Y la mujer no se va a ir con otro
Si no tiene, si no tiene
si no tiene mujer,
no tiene mujer.
4. "Земля́ Санникова" (1972-1973)
Приключе́нческий фильм о по́исках зага́дочного острова за
Поля́рным кругом, кото́рые зака́нчиваются траге́дией.
4 "La tierra de Sannikov" (1972-1973)
Película de aventuras sobre la búsqueda de una isla
misteriosa más allá del Círculo polar, que acaba en tragedia.
"Есть то́лько миг"
При́зрачно всё
В э́том ми́ре бушу́ющем,
Есть то́лько миг,
За него́ и держи́сь.
Есть то́лько миг
Ме́жду про́шлым и бу́дущим,
Именно он называ́ется жизнь.
"Solo hay un isntante"
Todo es una ilusión
en este mundo tormentoso,
sólo existe el instante,
agárralo.
Hay solo un instante entre el pasado y el futuro, se llama
vida precisamente.
5."Ива́н Васильевич меня́ет профе́ссию" (1973)
Ки́нокоме́дия, сня́тая по сюже́ту пье́сы Михаи́ла Булгакова
изве́стным режиссёром Леони́дом Гайдаем. В результа́те изобрете́ния маши́ны
времени Ива́н Гро́зный ока́зывается в сове́тской реа́льности, а сове́тские
лю́ди - в шестна́дцатом ве́ке.
"Ivan Vasílievich cambia de Profesión”(1973)
Comedia, basada en la pieza de Mijail Bulgákov, rodada por
el famoso director Leonid Gaidái. Gracias a la invención de la máquina del
tiempo, Iván el Terrible se encuentra en la realidad soviética, mientras que la
gente soviética se encuentra en el siglo XVI.
"Разгово́р со сча́стьем"
Вдруг как в ска́зке скри́пнула дверь,
Все мне я́сно ста́ло тепе́рь,
Сто́лько лет я спо́рил с судьбо́й
Ра́ди э́той встре́чи с тобо́й.
Мёрз я где́-то, плыл за моря́,
Зна́ю, э́то было не зря,
Всё на све́те было не зря,
Не напра́сно было.
"Conversación
con la felicidad"
De repente, la puerta ha crujido como en un cuento de hadas,
todo se ha aclarado para mí,
tantos años había discutido con el destino,
por este encuentro contigo.
Estuve congelado en algún lado, navegué por los mares,
sé que no fue en vano,
todo en este mundo no fue en vano,
no fue inútil.
6. "Мэ́ри Поппинс, до свида́ния" (1984)
Фильм-мю́зикл о Мэ́ри Поппинс. Семе́йство Бэнкс и́щет ня́ню
для свои́х дете́й. По объявле́нию прихо́дит Мэ́ри Поппинс. Мэ́ри Поппинс о́чень
рассуди́тельная, строгая, но в то же вре́мя до́брая и ми́лая. То́лько она́
мо́жет понима́ть язы́к звере́й и птиц,
оживи́ть ста́тую и да́же предоста́вить взро́слым возмо́жность ненадо́лго
встре́титься со свои́м со́бственным де́тством.
6. "Adiós, Mary Poppins" (1984)
Película musical sobre Mary Poppins. La familia Banks está
buscando una niñera para sus hijos. Tras leer el anuncio, llega Mary Poppins.
Mary Poppins es muy sensata y rigurosa, pero al mismo tiempo buena y simpática.
Sólo ella puede comprender el lenguaje de los animales y pájaros, revivir una
estatua y hasta dar a los adultos la oportunidad de volver a su infancia por un
momento.
"Непого́да"
Измене́ния в приро́де
Происхо́дят год от го́да,
Непого́да ны́нче в мо́де,
Непого́да, непого́да.
Сло́вно из водопрово́да
Льёт на нас с небе́с
вода́.
Полго́да плоха́я пого́да,
Полго́да совсе́м никуда́.
"Mal tiempo"
Cambios de tiempo
suceden cada año,
El mal tiempo está de moda,
mal tiempo, mal tiempo.
El agua cae sobre nosotros desde el cielo
como de una tubería.
Medio año de mal tiempo
medio año sin poder salir a ningún lado.
7. "Бе́лое со́лнце пустыни" (1970)
Cове́тский кинофи́льм режиссёра Владимира Мотыля́,
повеству́ющий о приключе́ниях красноарме́йца Фёдора Ивановича Сухова,
спаса́ющего же́нщин из гаре́ма банди́та Абдуллы в го́ды гражда́нской войны.
Оди́н из са́мых изве́стных фи́льмов в исто́рии сове́тского кинемато́графа.
"Sol blanco del desierto" (1970)
Película soviética del director Vladímir Motyl sobre las
aventuras de Fiódor Sújov, soldado del Ejército Rojo, que salva a las mujeres
del harén del bandido Abdullah durante la Guerra Civil rusa. Una de las
películas más conocidas de la historia del cine soviético.
"Пе́сня Верещагина"
Ва́ше благоро́дие, госпожа́ разлу́ка,
Мы с тобо́й родня́ давно́, вот какая шту́ка.
Письмецо́ в конве́рте, погоди́, не рви,
Не везёт мне в сме́рти, повезёт в любви́.
Письмецо́ в конве́рте, погоди́, не рви,
Не везёт мне в сме́рти, повезёт в любви́.
"Canción de Vereshchagin"
Su excelencia, señora
Separación,
nos hemos hecho parientes hace mucho ya, esa es la cosa.
Espera, no rompas la pequeña carta en el sobre,
si no tengo suerte en la muerte, voy a tenerla en el amor,
Espera, no rompas la pequeña carta en el sobre,
si no tengo suerte en la muerte, voy a tenerla en el amor.
Зна́ете ли вы други́е пе́сни из советских или российских
фи́льмов? Каки́е из них вы бы доба́вили
в э́тот спи́сок?
Expressões alemãs
A mentira tem pernas curtas
Essa não precisa explicar. Assim como no português,
"Lügen haben kurze Beine" significa que uma mentira não dura para
sempre.
"o importante é não perder o fundamento do pensar"
Louise Nazareno
"A alma da gente, como sabes, é uma casa assim
disposta, não raro com janelas para todos os lados, muita luz e ar puro. Também
as há fechadas e escuras, sem janelas ou com poucas e gradeadas, à semelhança
de conventos e prisões. Outrossim, capelas e bazares, simples alpendres ou
paços suntuosos."
- Machado de Assis em "'Dom Casmurro' - Capítulo
LVI".
Conversação básica
- Oi, tudo bem?
- Привет как дела? [ Privét, kak dilá? ]
- Tudo bem, obrigado. E vc?
- Хорошо, спасибо! А у тебя? [ Kharachó, spasíba! A u tebiá?
]
- Tudo ótimo também
- Тоже все отлично! [ Tóje vsió atlítchna! ]
Mélange
Sob o sol
Sob o sol em meu leito após a água -
Sob o sol e sob o reflexo enorme do sol sobre o mar,
Sob a janela,
Sob os reflexos e os reflexos dos reflexos
Do sol e dos sóis sobre o mar
Nos vidros,
Após o banho, o café, as ideias,
Nu sob o sol em meu leito todo iluminado
Nu - só - louco -
Eu!
- Paul Valéry, in "Mélange"". [tradução
Augusto de Campos].
http://www.elfikurten.com.br/2014/06/paul-valery.html
História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão ao Sol da Onça Caetana
“Eu precisaria de alguém que me ‘ouvisse’, mas que me
ouvisse sentindo cada palavra como um tiro ou uma facada. Porque é assim que eu
ouço as palavras ligadas a esta história. Cada uma tem seu significado
sangrento, no estranho ‘Sertão’ que venho edificando aos poucos, ao som
castanho e rouco do meu canto, como um Castelo de pedra erguido a partir do
Sertão real.”
- Ariano Suassuna, em “História d’O Rei Degolado nas
Caatingas do Sertão ao Sol da Onça Caetana”. Rio de Janeiro: José Olympio,
1977, p. 80.
http://www.elfikurten.com.br/2013/09/ariano-suassuna.html
O que é de (des)conhecimento geral']
'O ambiente comunicacional organizado e pautado pela mídia
tradicional é o reino das obviedades, terreno fértil para o populismo e a
manipulação. Nesse território se edificam não apenas as carreiras políticas
inexplicáveis, como algumas fortunas que desafiam as teorias de
sustentabilidade do capitalismo.
Parte dos conflitos que vimos crescer nas ruas a partir de
junho de 2013 tem origem nessa incapacidade das instituições de aprofundar a
compreensão do Brasil contemporâneo.
Presos a essa roda de ignorâncias por aceitarem a
dependência de um sistema de mídia limitador e intelectualmente modesto,
governantes que deveriam tomar a iniciativa da mudança não se mostram capazes
de inovar. Os candidatos ao cargo mais elevado do sistema de poder, colocados
diante da oportunidade de expor o que se espera sejam ideias inovadoras,
repetem velhas receitas genéricas.
A imprensa compra qualquer coisa e repassa ao público o que
é o desconhecimento geral do Brasil sobre si mesmo'
--por Luciano Martins Costa, via Observatório da Imprensa
[título original: 'O que é de (des)conhecimento geral']
'Em 1948, Israel matou milhares de inocentes e aterrorizou
outros milhares em nome da criação de um estado de maioria judaica numa terra
com 65% de árabes. Em 1967, desalojou centenas de milhares de palestinos
novamente, ocupando o território que até hoje controla, em grande medida, 47
anos depois.
Em 1982, numa cruzada para expulsar a Organização pela
Liberação da Palestina e extinguir o nacionalismo palestino, Israel invadiu o
Líbano, matando 17 mil pessoas, a maioria civis.
Desde os anos 80, com o levante da ocupação palestina, de
forma geral atirando pedras e organizando greves gerais, Israel prendeu dezenas
de milhares de palestinos: mais de 750.000 pessoas foram para prisões
israelenses desde 1967, um número equivalente a 40% da população adulta hoje.
Eles sairam da prisão com depoimentos de tortura,
fundamentados por grupos de direitos humanos como o B’tselem.
Durante a segunda intifada, que começou em 2000, Israel
invadiu novamente a Cisjordânia (de onde de fato nunca saiu). A ocupação e
colonização das terras palestinas continuou ininterruptamente através do
“processo de paz” dos anos 90, e até os dias de hoje. E, ainda assim, nos
Estados Unidos a discussão ignora esse contexto opressivo crucial, e está
sempre limitada à “auto-defesa” de Israel e à suposta responsabilidade de
palestinos por seu próprio sofrimento.
Nos últimos sete anos ou mais, Israel sitiou, atormentou e
atacou regularmente a Faixa de Gaza.
Os pretextos mudam: eles elegeram o Hamas; eles se recusam a
ser dóceis; eles se recusam a reconhecer Israel; eles lançam foguetes; eles
constroem túneis para contornar o estado de sítio etc.
Mas cada pretexto é uma falácia, porque a verdade dos guetos
– o que acontece quando você aprisiona 1,8 milhão de pessoas em 225 mil metros
quadrados, quase um terço da área da cidade de Nova York, com controle de
fronteiras, quase sem acesso ao mar para pescadores (apenas três de 20
quilômetros são permitidos, segundo o Acordo de Oslo), sem meio de entrada ou
saída e com mísseis guiados sobre suas cabeças noite e dia – é que eles
acabarão contra-atacando. Isso aconteceu em Soweto e Belfast e acontece em Gaza'
--Por Rashid Khalidi, na New Yorker, via Viomundo
Pela Paz
Lev Tolstói:
“Quando ouço dizer que em qualquer uma das guerras
rebentadas a culpa é exclusivamente de uma das partes, nunca posso aceitá-lo. É
possível reconhecermos que uma parte aja pior do que outra, mas uma discussão
sobre qual delas age pior nunca será capaz de esclarecer nem a razão mais
superficial de estar acontecendo algo tão horroroso, cruel e desumano como a
guerra. As respectivas causas, três no total, são evidentes para qualquer
pessoa que mantenha os olhos bem abertos: a 1ª
é a distribuição desigual de bens, quando alguns indivíduos roubam os
outros; a 2ª é a existência de militares
que são educados e predestinados para matar; a 3ª é a doutrina religiosa, falsa e, na maior
parte das vezes, conscientemente enganosa, que está sendo impingida às novas
gerações.”
(De uma carta para G. Volkonski, datada de 4 de dezembro de
1899)
Tolstói foi um dos maiores pacifistas na história russa. Foi
a participação na guerra que o mudou. Ele esteve na defesa de Sebastopol,
durante a guerra da Crimeia de 1853 e 1856, bem como na campanha militar de
subjugação dos povos do Cáucaso. Graças a sua experiência pessoal, chegou à negação
absoluta de qualquer assassinato e, como consequência, até da Igreja e do
Estado, além de muitos dos institutos sociais existentes naquela altura.
Fiódor Dostoiévski:
“Em certos casos, se não em quase todos, excluindo, talvez,
apenas as guerras civis, qualquer guerra é um processo através do qual
(precisamente com o mínimo derramamento de sangue, a mínima mágoa e os mínimos
esforços) se consegue a paz internacional e são elaborados relacionamentos mais
ou menos normais entre as nações. (…) O que mais está enfurecendo e exasperando
o homem é a paz, sobretudo quando é prolongada, e não a guerra. (…) Uma guerra
provocada por uma causa benévola, pela libertação dos oprimidos, por uma ideia
desinteressada ou santa – uma guerra destas apenas está limpando o ar social,
poluído pelos miasmas acumulados, e cura as almas, acabando com as vergonhosas
covardias e preguiças, dá e esclarece uma ideia, à realização da qual é
destinada uma ou outra nação. Uma guerra destas está fortalecendo todas as
almas com o espírito de autossacrifício, além de o ânimo de toda a nação ser
fortificado através da consciência solidária e a união de todos os cidadãos
integrados numa nação.”
(“Diário de um Escritor”, 1876 – Abril, capítulo 1.º, p.
III: O Sangue Derramado Salva?)
Em 1877, a Rússia declarou guerra à Turquia. Além das razões
políticas, essa guerra tinha uma ideia profunda: na Rússia, foi e é vista como
uma ajuda fraternal aos povos búlgaro e sérvio, subjugados pelos turcos. No ano
anterior à guerra e no primeiro ano da mesma, Dostoiévski publicou artigos de
uma coletânea intitulada “Diário de um Escritor”, em que refletiu muito sobre a
guerra, bem como sobre a política europeia em geral.
Estas obras de Dostoiévski como publicista, de um século e
meio atrás, têm semelhanças impressionantes com as análises políticas que hoje
em dia se encontram na internet: o mesmo ardor, rispidez na apreciação,
inclinação para previsões e prognósticos. Ainda antes do início das ações
bélicas, Dostoiévski falou sobre a possibilidade de uma guerra surgir sem
declaração oficial, com participação de formações voluntárias, o que nos lembra
a situação atual no sudeste da Ucrânia.
Aleksandr Blok:
“Não tenho medo de balas. No entanto, a guerra e tudo
relacionado com ela é uma brutalidade. Foi o que me tentava apanhar desde o
liceu, se manifestando de formas variadas, e, enfim, me apertou a garganta.
Ninguém devia sentir o cheiro de um capote de soldado.”
(O diário, 28 de junho de 1916)
Na fase inicial da Primeira Guerra Mundial, os russos a
encaravam com o entusiasmo, os literatos requintados se alistavam no Exército
ou estavam escrevendo poemas cheios de patriotismo mais sincero. Aleksandr
Blok, representante mais notável do “Século de Prata” da poesia russa, tinha
uma posição à parte, sentindo uma repugnância à guerra, por perceber que ela
sempre levava a uma explosão social. Após a revolução de 1917, o poeta faz
tentativas amarguradas de se adaptar à nova realidade “brutal”, procurando nela
uma fonte saudável e purificante. Os tais esforços o levaram ao extremo
desespero e à morte prematura.
Boris Paternak:
“Deveríamos enaltecer e espiritualizar nossa atualidade,
para darmos mais valor a todos dias que vivemos, para evitarmos desperdiçá-los
ou perdê-los em vão, para a vida se tornar tão atraente, espiritual e cheia de
inspirada beleza que não reste nenhuma vontade devastadora de assassínio ou
suicídio. Não sei nem posso imaginar outro meio de resistirmos à guerra.”
(Cartas, 10º volume)
Durante a época do poder soviético, a propaganda usava o
slogan oficioso de “luta pela paz”. Os escritores destacados participavam
frequentemente das iniciativas organizadas sob este lema. Um escritor podia
exprimir seus pensamentos sobre a guerra, sem ênfase demonstrativa ou floreados
ideológicos obrigatórios, apenas mediante o diário ou a correspondência
particular.
Na citação acima ouvimos entonações tolstoianas, e não é por
acaso. Seu romance “Doutor Jivago”, que contribuiu para Boris Pasternak ganhar
Prêmio Nobel de Literatura, às vezes faz eco a “Guerra e Paz” de Tolstói. Numa
outra carta, encontramos a opinião oposta de Pasternak:
“A guerra exerceu uma ação infinitamente libertadora sobre
meu estado geral, saúde, capacidade de trabalho e percepção de destino”. Em
prol da verdade se diga que Pasternak não participou nem da Primeira, nem da
Segunda Guerra. A sua maneira de encarar a luta armada foi inspirada pelas
emoções e pelo temperamento poético, em vez da experiência própria.
Aleksandr Soljenítsin:
“Nenhuma guerra é solução. A guerra é a morte. O horror da
guerra consiste não no avanço das tropas, nem nos incêndios, nem nos
bombardeios. Antes de mais, a guerra é horrorosa porque entrega tudo que há de
raciocinativo ao poder legal da inépcia (…) Aliás, sem guerra também lá estamos
nós.”
(Romance “O Primeiro Círculo”, 1958)
Soljenítsin, ex-oficial do Exército, mandado para a prisão
da linha de frente da batalha, sendo depois colocado num campo de concentração
estalinista, profere a sentença bem clara contra a guerra em que participa o
Estado totalitário, apesar de se tratar de uma resistência e contraposição ao
agressor: “Qualquer situação bélica serve apenas para justificar uma tirania
interna, fortalecendo-a.”
Mikhail Butov é escritor,
laureado com o Prêmio Booker Russo
Israele preferisce il sangue alle fragole
Gideon Levy
— redazione, 7.8.2014. Haaretz.
Duro articolo sulle ragioni di Hamas e la necessità
di ascoltarle
“Quelli di Hamas sono tutti ‘bestie’? Ammettiamo pure che
sia vero, ma tanto lì stanno e lì restano, e lo pensa anche Israele. Quindi,
perché non ascoltarli?», ha scritto qualche giorno fa Gideon Levy, noto
editorialista del quotidiano israeliano Haaretz, a commento del
rifiuto categorico del governo Netanyahu di prendere in considerazione
le richieste presentate da Hamas per andare a un cessate il fuoco
permanente. «Dopo che abbiamo detto tutto ciò che c’è da dire sul conto di
Hamas – esorta Levy — che è integralista, che è crudele, che non
riconosce Israele, che spara sui civili, che nasconde munizioni dentro le
scuole e gli ospedali, che non ha fatto niente per proteggere la
popolazione di Gaza, dopo che è stato detto tutto questo, e a ragione,
dovremmo fermarci un attimo e ascoltare Hamas. Potrebbe perfino esserci
consentito metterci nei suoi panni e forse addirittura apprezzare
l’audacia e la capacità di resistenza di questo nostro acerrimo nemico, in
circostanze durissime».
Invece, nota il giornalista, «Israele preferisce
tapparsi le orecchie davanti alle richieste della controparte, anche
quando queste richieste sono giuste e corrispondono agli interessi sul
lungo periodo di Israele stesso. Israele preferisce colpire Hamas senza
pietà e senza alcun altro scopo che la vendetta. Stavolta è
particolarmente chiaro: Israele dice di non voler rovesciare Hamas
(perfino Israele capisce che se lo fa si ritroverà sulla porta di casa la
Somalia, altro che Hamas), ma non è disponibile ad ascoltare le sue
richieste…».
La settimana scorsa, ricorda Levy, «sono state
pubblicate, a nome di Hamas e della Jihad islamica, dieci condizioni per
un cessate il fuoco che sarebbe durato dieci anni. Possiamo anche dubitare
che le richieste arrivassero davvero da quelle due organizzazioni, ma
comunque erano una buona base per un accordo. Tra di esse non ce n’era
neanche una che fosse priva di fondamento… Hamas e la Jihad islamica
chiedono libertà per Gaza. C’è forse una richiesta più comprensibile e
lecita?…».
«Leggete l’elenco delle richieste – esorta il
giornalista di Haaretz — e giudicate onestamente se tra di loro ce ne
sia anche una sola ingiusta: ritiro dell’esercito israeliano e
autorizzazione dei coltivatori a lavorare le loro terre fino al muro di
sicurezza; scarcerazione di tutti i prigionieri rilasciati in cambio
della liberazione di Gilad Shalit e poi arrestati; fine dell’assedio e
apertura dei valichi; apertura di un porto e di un aeroporto sotto gestione
Onu; ampliamento della zona di pesca; supervisione internazionale del
valico di Rafah; impegno da parte di Israele a mantenere un cessate il
fuoco decennale e chiusura dello spazio aereo di Gaza ai velivoli
israeliani; concessione ai residenti di Gaza di permessi per visitare
Gerusalemme e pregare nella moschea Al Aqsa; impegno da parte di Israele a
non interferire con le decisioni politiche interne dei palestinesi, vedi
la creazione di un governo di unità nazionale; infine, apertura della zona
industriale di Gaza… La verità (amara) è che tutti se ne fregano di Gaza
quando non spara missili contro Israele. Guardate la sorte toccata a quel
dirigente palestinese che ne aveva abbastanza delle violenze, Abu Mazen:
Israele ha fatto tutto quanto in suo potere per distruggerlo. E qual è la
triste conclusione? “Funziona solo la forza”».
«Contrariamente a ciò che tenta di spacciare la
propaganda israeliana — scrive Levy — i missili (di Hamas) non sono mica
piovuti dal cielo senza motivo. Basta tornare indietro di qualche mese:
rottura delle trattative da parte di Israele; guerra contro Hamas in
Cisgiordania in seguito all’assassinio dei tre studenti di un seminario
rabbinico – è dubbio che lo abbia pianificato Hamas – e arresto di 500
suoi attivisti con false accuse; blocco dei pagamenti degli stipendi ai
lavoratori di Hamas a Gaza e opposizione di Israele al governo di unità
nazionale, che forse avrebbe potuto ricondurre Hamas entro l’agone politico.
Chiunque pensi che Hamas avrebbe potuto incassare senza batter ciglio,
probabilmente soffre di arroganza, autocompiacimento e cecità.…Un
porto a Gaza, così che possa esportare le sue ottime fragole? Agli
israeliani suona come un’eresia. Qui, ancora una volta, si preferisce il
sangue (palestinese) alle fragole (palestinesi)».
Gideon levy
(traduzione di Marina Astrologo
domingo, 22 de junho de 2014
Bases derrotam deputados estaduais
Ricardo Costa de Oliveira _________Bases derrotam deputados estaduais. Requião ganhou a
convenção do PMDB para sair candidato (319-250 votos), com um belo discurso
social e com um fator decisivo: o voto municipalista do PMDB, que derrotou os
deputados estaduais pró-PSDB. Requião convenceu as lideranças locais do partido
a apoiarem a sua candidatura e a futuramente se lançarem candidatos a vereador
e prefeitos nos 399 municípios do estado, ao invés de serem sócios menores no
desgastado e ruim governo Richa, do PSDB. 11 dos 13 deputados estaduais do PMDB
apoiavam a coligação com o PSDB de Beto Richa. Quem também ganhou foi Dilma,
bem avaliada nos municípios pobres e pequenos do interior, com as políticas
federais e que passou a contar com dois fortes palanques no Paraná. As famílias
Rocha Loures, Marcelo Almeida (tradicionais famílias do PIB paranaense),
Anibelli (há décadas na Assembleia), Cleiton Crisóstomo da Silva e o deputado federal
municipalista Parzianello “Frangão” estiveram na linha de frente
pró-requianista. E o Curismo, perdeu ? Ora, o Curismo sempre apoiará a situação
vencedora, como fizeram nos governos passados. Segue o baile familiar, mas
Requião foi muito melhor do que Richa e o voto de oposição estadual se
amplifica muito com a dupla Gleisi e Requião.
Ana Carolina Caldas______.Eu achei bem bom Requião vir para
disputa. Na minha humilde opinião ele conseguiu avançar na educação. Na
cultura, não. Concentrou maior parte dos recursos no MON e não avançou nas
políticas culturais. TVE ? Ele fazia a programação Requião, o que não é bom. Mas
por outro lado, foi o Governador que apoiou as ações de debates e conferências
estaduais do povo da comunicação. Ele teve atitudes constrangedoras com
secretários, porém todas as segundas-feiras nós ficávamos sabendo quem eram os
secretários e o que eles estavam fazendo ( com a Escola do Governo
televisionada). Ele é maluco, mas sincero. E assim vai. Por enquanto achei bom
ter vindo para disputa. Vamos ouvir o que Requião 2014 tem a dizer...
Ulisses Galetto___________ Não sou louco de resumir um homem pelos seus
erros, mas que eles são um indício, isso são. Além de se julgar dono do Estado,
o que é péssimo (vide exemplos trágicos do século XX, só pra limitar a pesquisa ), ele não dá a mínima pra Cultura. Mas nesse quesito, os dois outros
candidatos também não ficam muito pra trás, né? E por favor, não me peçam
exemplos que eu dou.
Nixon Malveira_______ Requiã precisa de tratamento psiquiátrico. Ê
como uma arvore frondosa, tal como a figueira. Sob sua sombra nada cresce, sem
seu consentimento. lembrem-se de Gustavo Fruet, moacir pereira, Orlando
Pessutti e muitos outros que acabaram saindo do PMDB, devido ao trator Roberto
Requiáo. Ao mesmo tempo usa métodos truculentos, tipicamente fascistas, com sua
tropa de assalto , Doático à frente, para trucidar seus adversários dentro e
fora de seu partido. Caso ferreirinha, anti-semitismo em campanhas anteriores,
homofobismo e sexismo. Tem pontos importantes tocados sob sua gestáo. ê um cara
truculento mas honesto. O PT do Paraná se perdeu ao apoiar a oligarquia .
Ana Carolina Caldas________________ Nixon... Gustavo Fruet não quis ficar no
PSDB porque não foi o escolhido. Fruet não quis ficar no PMDB porque não foi o
escolhido. Acho que Fruet não é um bom exemplo...Pessuti está no Pmdb e pelo
que eu sei votou ontem em Requião..Doático está agora com a turma do PMDB que
defendo Beto Richa ( tá no governo, inclusive). De resto, concordo...Mas
temos outros exemplos ai nesta eleição de fascismo mascarado....Pode
investigar...( então acho que ninguém se salva)
Ulisses Galetto______________________ Isso Ana. Se a peneira for muito fina, passa
muito pouca gente.
Louise Nazareno___________________ No governo dele também não se caçava
empréstimos de bancos Internacionais para pagar o " feijão com arroz"
das políticas públicas, por exemplo, construir posto de saúde e qualificação de
professores.
Grace Filipak Torres_________ Beco sem saída. Lá vamos nós pra a TV e
Rádio chapa branca de novo, e um pudim nomeado pra Secretário da Cultura... é
isso, a saída quase invisível do beco é o voto no menos pior...
Rosa Bittencour_________________ Já estamos de olho nas promoções ponte
Rio-Curitiba para votar no Bob Requião,
Flavia Piana_____________ Diante dos outros candidatos, Ana, acho que é o
que tem de melhor para o Paraná. Tenho - quase - medo do governo da Gleisi.
"O terrorismo é a guerra do pobre e a guerra é o terrorismo do rico."
"O terrorismo é a guerra do pobre e a guerra é o
terrorismo do rico."
Leon Uris (3 de Agosto de 1924 - 21 de Junho de 2003)
escritor americano de religião judaica, conhecido pela exaustiva pesquisa
histórica com que preparava as suas novelas e romances. O seu livro mais famoso
foi o clássico Exodus, que relata, de forma épica, os acontecimentos históricos
que antecederam a criação do Estado de Israel, desde o surgimento do sionismo,
no final do século XIX, até à independência, em 1948. É um relato, que descreve
detalhadamente o horrível sofrimento dos judeus, a inacabável luta, o sonho
alimentado por muita fé e coragem e o tratamento recebido pelo povo judeu na
Europa no século XIX e XX.
Vi uma adaptação ao cinema de Exodus de Otto Preminger Com
um grande elenco:
Paul Newman
Eva Marie Saint, Ralph Richardson, Peter Lawford, Lee J. Cobb, Sal Mineo , John
Derek ....
E li Mila 18, romance que se passa em Varsóvia, na Polónia (
ocupada pelos alemães ), antes e durante a Segunda Guerra Mundial.
O trabalho de Leon Uris, baseado em eventos reais, cobre a
ocupação Nazi da Polónia e as atrocidades desumanas que visavam eliminar
sistematicamente o povo judeu da Polónia.
O nome "Mila 18" é tirado do quartel-general de
resistência dos combatentes judeus, debaixo da rua Mila 18.
O termo gueto ganha um significado mais claro quando os
corajosos líderes judeus lutam não só contra os Nazis, mas também com os
exploradores e colaboradores entre eles.
Quando o ghetto é reduzido a escombros, alguns indivíduos
corajosos com poucas armas e sem ajuda externa, assumem o comando de defesa do
ghetto, formando uma exército improvisado e tomando,assim, uma posição .
mariana
soveral
Os ricos estão sendo afastados da política, afirma pesquisador
Para o cientista político Leôncio Martins Rodrigues há um
processo de "popularização da classe política" no Brasil, tendência
que tem afastado do poder os membros das classes mais ricas.
FOLHA DE S.PAULO
Stéphane Monclaire Ainda não li este novo livro do Leôncio.
Suponho que ele classifica apenas os deputados federais e que ele usa a mesma
metodologia que no seu livro anterior ("Mudanças na classe política
brasileira", 2006), isto é, privilegiar a profissão como indicador. Ora
ele sabe os limites deste indicador, desde o trabalho de David Fleischer sobre
os constituintes (trabalho que Leôncio criticou muito em 1987). Me lembro de
algumas discussões em 2005 e 2006 entre Leôncio e Fernando Rodrigues (Fernando
utilizando o patrimônio declarado ao TSE para classificar os políticos ,
indicador que tem também algumas limitações)
Guilherme Hideo Assaoka Hossaka Mais do que limitado,
utilizar as declarações do TSE é conceitualmente equivocado mesmo no melhor dos
cenários. Boa parte dos ativos declarados não são marcados a mercado: as
distorções são enormes.
Vandixon Richard DeLemos Exatamente Guilherme, os valores
são sempre os venais, no caso de imóveis, pelo valor que consta no carnê do
IPTU (abaixo do valor patrimonial líquido real) e são utilizados como
referência para o Imposto de Renda. Além disso declaram que possuem cotas de
determinada empresa, muitas vezes holdings ou empresas de participação cujo
capital social é de R$ 1 ou 10 mil, mas que possuem um patrimônio de milhões em
recursos e bens (expediente é utilizado para segurança ou blindagem
patrimonial, mas não com finalidade ilegal).
Emerson Urizzi Cervi No máximo os de "linhagem
rica", mas isso é diferente de "os ricos".
o importante é não perder o fundamento do pensar
quarta-feira, 11 de junho de 2014
politica paranaense
Ricardo Costa de Oliveira.A política dos governadores
quebrou a política do café-com-leite. A reeleição de Lula em 2006, a eleição de
Dilma em 2010 e a reeleição de Dilma passa(ra)m pelo eleitor que reelege o
governador e a presidência. Se o Brasil melhora, mesmo os piores governadores
ainda atrelam os seus desempenhos (em boa parte) ao desempenho da presidência.
Tivemos o voto Lulécio, Dilmanastasia e agora o Dilmalckimin. O voto Dilmaricha
também não e pequeno, mas se Requião passar pela convenção do PMDB podemos ter
o mesmo cenário das eleições municipais de Curitiba, as oposições no segundo
turno e Richa fora, tal como aconteceu com Luciano Ducci. http://painel.blogfolha.uol.com.br/2014/06/09/aecio-empata-com-dilma-entre-eleitores-de-alckmin/
Marcus Figueiredo: "No Brasil as eleições são casadas,
mas os votos são solteiros".
Eduardo Salamuni Ok, em minha opinião, se o PMDB recusar-se
a colocar um candidato ao governo será difícil o PT emplacar seu candidato e,
infelizmente, Richa terá boas perspectivas de vitória. O PT local perdeu muito
terreno com o episódio do assessor pedófilo da Gleisi (mesmo ela não tendo
nenhuma responsabilidade nisso) e, pior ainda, a grande decepção de seu
coordenador de campanha André Vargas. Um segundo turno com PT e PMDB seria um
bom debate de ideias. É uma pena para o Paraná todo. O lado obscuro dessa
história é que, quem está mantendo as chances reais de reeleição de Richa são
os próprios deputados do PMDB, que sem tirar nem por, estão apenas pensando em
sua própria manutenção e sobrevida política. Ao final de um eventual e
desastroso segundo mandato de Richa pouco sobrará a ser administrado nesse
estado. A primeira ação do segundo mandato desse indigitado governador será a instalação
do "TUDO AQUI PARANÁ", um programa que é uma armadilha mortal para
várias secretarias de estado e que só não aconteceu ainda, sejamos justos,
devido aos deputados estaduais do PT (em especial o Dep. Tadeu Veneri).
Ricardo Costa de Oliveira Sim Eduardo. A convenção do PMDB
paranaense será decisiva para as eleições. Vamos ver de que lado ficarão os
deputados estaduais do PMDB ? Outro elemento novo é a candidatura presidencial
do Pastor Everaldo, comentaremos em outro tópico !
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